sexta-feira, 27 de junho de 2014
Visita ao Centro Espírita Paz e Amor, de Rufinópolis - MG
O Grupo de Amigos Espíritas PÃO DA CARIDADE de Planura visitou o Centro Espírita PAZ E AMOR de Rufinópolis - MG - em seu aniversário de Cem Anos. Palestras e musicas e almoço fizeram a festa. Veja fotos do extinto sanatório para desequilibrados mentais de CAPÃO DA ONÇA. Entre no album clicando na foto abaixo.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Pratique exercícios e viva melhor!
Exercício regular, incluindo caminhar, reduz
significativamente a chance de que uma pessoa idosa frágil fique fisicamente
inválida, segundo um dos maiores e mais longos estudos deste tipo até o
momento.
Os resultados, publicados na terça-feira na revista
"Jama", reforçam a necessidade de atividade física frequente para
nossos pais idosos, avós e, é claro, nós mesmos.
Apesar de todo mundo saber que exercício é uma boa ideia,
independente da idade, as evidências científicas sobre seus benefícios para
velhos e enfermos eram surpreendentemente limitadas.
"Pela primeira vez, nós mostramos diretamente que
exercício pode efetivamente reduzir ou prevenir o desenvolvimento de invalidez
física em uma população de idosos extremamente vulneráveis", disse o dr.
Marco Pahor, diretor do Instituto de Envelhecimento da Universidade da Flórida,
em Gainesville, e principal autor do estudo.
Inúmeros estudos epidemiológicos se concentraram na forte
correlação entre atividade física na idade avançada e uma vida mais longa e
mais saudável. Mas esses estudos não provaram que o exercício melhora a saúde
dos idosos, apenas que idosos saudáveis se exercitam.
Outros experimentos em pequena escala, aleatórios,
estabeleceram de modo persuasivo um elo casual entre exercício e velhice com
saúde. Mas a amplitude desses experimentos costumava ser estreita, mostrando,
por exemplo, que idosos podem melhorar sua força muscular com musculação ou sua
capacidade de resistência com caminhadas.
Sedentários e doentes
Assim, para esse mais recente estudo chamado
"Intervenções no Estilo de Vida e Independência para Idosos" (ou
LIFE, na sigla em inglês), os cientistas de oito universidades e centros de
pesquisa por todo o país começaram a recrutar voluntários em 2010, usando um
conjunto incomum de critérios de seleção. Diferente de muitos estudos envolvendo
exercícios, que tendem a ser preenchidos por pessoas com saúde relativamente
robusta que podem se exercitar facilmente, os cientistas recrutaram voluntários
sedentários e enfermos, e à beira da fragilidade.
No final, eles recrutaram 1.635 homens e mulheres sedentários
com idades entre 70 e 89 anos que marcaram menos de nove em uma escala de 12
pontos de capacidade física, geralmente usado para avaliar idosos. Quase metade
marcou oito ou menos, mas todos eram capazes de caminhar por conta própria por
400 metros, o limite para os pesquisadores de ser fisicamente inválido.
Então os homens e mulheres foram distribuídos aleatoriamente
para um grupo de exercício e um de educação.
O grupo de exercício recebeu informação sobre
envelhecimento, mas também começou um programa de caminhada e musculação leve,
frequentando o centro de pesquisa duas vezes por semana para caminhadas em
grupo supervisionadas em uma pista, com as caminhadas se tornando
progressivamente mais longas. Também lhes foi pedido que completassem três ou
quatro sessões adicionais de exercício em casa, visando um total de 150 minutos
de caminhada e cerca de três sessões de 10 minutos de exercícios com pesos por
semana.
A cada seis meses, os pesquisadores checavam a capacidade
física de todos os voluntários, com atenção particular se ainda eram capazes de
caminhar 400 metros por conta própria.
O experimento prosseguiu em média por 2,6 anos, que é muito
mais longo que a maioria dos estudos de exercícios.
Ao final desse período, os voluntários de exercícios
apresentaram uma probabilidade 18% menor de ter experimentado algum episódio de
incapacidade física durante o experimento. Eles também apresentaram uma
probabilidade 28% menor de se tornarem inválidos de forma persistente ou
permanente, definido como sendo incapazes de caminhar aqueles 400 metros por
conta própria.
Mildred Johnston, 82 anos, uma funcionária de escritório
aposentada em Gainesville, que se apresentou como voluntária para o estudo
LIFE, mantém as caminhadas semanais com duas outras voluntárias que conheceu
durante o estudo.
"Exercitar-me mudou tudo o que eu achava que envelhecer
significava", ela disse. "Agora não se trata de quanta ajuda você
precisa de outras pessoas. Agora se trata mais do que posso fazer por conta
própria." Além disso, ela disse, fofocar durante as caminhadas em grupo
"realmente mantém você engajada na vida".
Tradutor: George El Khouri Andolfato, para o site UOL.
Notícia original publicada no jornal The New York Times.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Páscoa de 2014
Na Páscoa de abril de 2014, Zilá Silva e Oliveira Kandratavicius, fundadora do Grupo de Amigos Espíritas "Pão da Caridade", distribuiu pães, chocolates e mensagens espíritas para as crianças de Planura - MG.
Nosso muito obrigado a Zilá e a todos os colaboradores que doaram farinha de trigo, fermento, óleo e chocolate.
LUZ para todos!
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Idosos com depressão têm pouco ômega 3 no organismo, mostra estudo da USP
Idosos com depressão têm pouco ômega 3 no organismo, mostra estudo da USP
Texto de Rosemeire Soares Talamone, do site UOL
- Resultados servirão para futuros estudos que avaliem alternativas dietéticas
Estudo realizado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP revela que idosos com depressão apresentam baixas concentrações de ômega 3 no organismo. A pouca quantidade desse ácido graxo nos participantes da pesquisa pode estar relacionada à falta de ingestão de alimentos ricos em ômega 3. Esta é a conclusão da nutricionista Marina Balieiro Cetrulo, autora do estudo.
A pesquisadora lembra que o déficit de ômega 3 em depressivos pode não estar associado só a ingestão alimentar, mas também à interação da dieta com o metabolismo e uma predisposição genética em incorporar ácidos graxos de forma distinta. "Fatores genéticos podem resultar em uma menor absorção celular de ômega 3, o que já foi demonstrado em modelos animais, onde a dieta pode ser rigorosamente controlada", revela.
Para medir a quantidade de ingestão alimentar de ômega 3, a nutricionista utilizou o chamado recordatório alimentar de 24 horas, que é o simples relato do participante da pesquisa de todos os alimentos e bebidas ingeridas no dia anterior. Os participantes fizeram esse relatório de 24 horas ao dia, por 3 dias não consecutivos, sendo um desses dias no final de semana. "Não foi incluído na pesquisa aqueles que fizessem uso de qualquer tipo de suplemento de ômega 3. A ingestão de ômega 3 relatada refere-se somente à alimentação habitual dos participantes".
Além do relatório, foram coletadas amostras sanguíneas dos participantes para dosagem dos ácidos graxos. Foram avaliados 35 idosos do sexo feminino, diagnosticados com depressão e em tratamento medicamentoso, e 35 idosos sem depressão — grupo controle — também do sexo feminino, com idade média de 74 e 73 anos, respectivamente.
O grupo com depressão apresentou 1,97% de concentrações de ômega 3 total no soro, enquanto o grupo controle apresentou 2,44%. Já os índices de outro ácido graxo essencial (DHA) foram de 1,01% e 1,35%, respectivamente. "Mesmo depois de ajustes de variáveis, como por exemplo, aqueles que fazem atividades físicas a diferença permaneceu", diz a nutricionista.
Resultados inéditos no Brasil
Ela diz que esses resultados são inéditos para a população brasileira e que são semelhantes aos encontrados na população europeia, descritos em outras pesquisas que buscaram esta associação
"Nossos resultados apoiam futuras investigações que avaliem alternativas dietéticas como, por exemplo, a inclusão de alimentos fonte de ômega 3 na dieta habitual ou suplementação de óleo de peixe em pacientes idosos com depressão", afirma. A pesquisadora lembra ainda que a depressão é a doença psiquiátrica de maior prevalência nesta população.
A pesquisa de mestrado Comparação dos níveis séricos de ômega 3 de idosos com depressão em tratamento e saudáveis foi defendida no dia 6 de março, com orientação do professor Alceu Afonso Jordão Junior, do Departamento de Clínica Médica da FMRP/USP.
A pesquisadora lembra que o déficit de ômega 3 em depressivos pode não estar associado só a ingestão alimentar, mas também à interação da dieta com o metabolismo e uma predisposição genética em incorporar ácidos graxos de forma distinta. "Fatores genéticos podem resultar em uma menor absorção celular de ômega 3, o que já foi demonstrado em modelos animais, onde a dieta pode ser rigorosamente controlada", revela.
Para medir a quantidade de ingestão alimentar de ômega 3, a nutricionista utilizou o chamado recordatório alimentar de 24 horas, que é o simples relato do participante da pesquisa de todos os alimentos e bebidas ingeridas no dia anterior. Os participantes fizeram esse relatório de 24 horas ao dia, por 3 dias não consecutivos, sendo um desses dias no final de semana. "Não foi incluído na pesquisa aqueles que fizessem uso de qualquer tipo de suplemento de ômega 3. A ingestão de ômega 3 relatada refere-se somente à alimentação habitual dos participantes".
Além do relatório, foram coletadas amostras sanguíneas dos participantes para dosagem dos ácidos graxos. Foram avaliados 35 idosos do sexo feminino, diagnosticados com depressão e em tratamento medicamentoso, e 35 idosos sem depressão — grupo controle — também do sexo feminino, com idade média de 74 e 73 anos, respectivamente.
O grupo com depressão apresentou 1,97% de concentrações de ômega 3 total no soro, enquanto o grupo controle apresentou 2,44%. Já os índices de outro ácido graxo essencial (DHA) foram de 1,01% e 1,35%, respectivamente. "Mesmo depois de ajustes de variáveis, como por exemplo, aqueles que fazem atividades físicas a diferença permaneceu", diz a nutricionista.
Resultados inéditos no Brasil
Ela diz que esses resultados são inéditos para a população brasileira e que são semelhantes aos encontrados na população europeia, descritos em outras pesquisas que buscaram esta associação
"Nossos resultados apoiam futuras investigações que avaliem alternativas dietéticas como, por exemplo, a inclusão de alimentos fonte de ômega 3 na dieta habitual ou suplementação de óleo de peixe em pacientes idosos com depressão", afirma. A pesquisadora lembra ainda que a depressão é a doença psiquiátrica de maior prevalência nesta população.
A pesquisa de mestrado Comparação dos níveis séricos de ômega 3 de idosos com depressão em tratamento e saudáveis foi defendida no dia 6 de março, com orientação do professor Alceu Afonso Jordão Junior, do Departamento de Clínica Médica da FMRP/USP.
domingo, 20 de abril de 2014
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