
quinta-feira, 18 de março de 2010
TV Espírita

domingo, 14 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Vida de Chico Xavier chega aos cinemas brasileiros em abril
Em abril, a vida de Chico Xavier estará nos cinemas. É quando estreia "Chico Xavier, o Filme", uma das principais apostas da Globofilmes para 2010. Atrás das câmeras, está Daniel Filho, o mesmo diretor de "Se Eu Fosse Você 2", maior bilheteria do cinema brasileiro desde a retomada dos anos 90. E essa não será a única produção de peso ligada ao tema do ano: no segundo semestre, serão lançados os longas "As Mães de Chico Xavier" e "Nosso Lar", adaptação de um dos livros de maior sucesso de médium.
Essa verdadeira avalanche de filmes tem uma boa explicação: o sucesso do filme "Bezerra de Menezes". Feito com poucos recursos e apostando basicamente na divulgação boca a boca, o longa foi uma das maiores surpresas do cinema brasileiro recente. Lançado em 2008, teve um público de mais de 500 mil pessoas nos cinemas e já vendeu 44 mil cópias em DVD.
"Chico Xavier, o Filme" acompanha a vida do médium desde a infância em Pedro Leopoldo, na região metropolitana de Belo Horizonte, até a idade adulta (quando é vivido por Ângelo Antônio) e velhice (interpretado por Nelson Xavier). Um episódio em especial é destacado na trama: o julgamento de um assassinato em que Chico depôs após supostamente ter entrado em contato com o espírito da vítima.
Tony Ramos e Christiane Torloni são os pais do rapaz morto. O elenco ainda tem nomes como Giovanna Antonelli, Letícia Sabatella e Paulo Goulart. Por enquanto, a Globo Filmes ainda não divulga o número de cópias com que o filme vai estrear, nem qual é sua expectativa de público. Mas, pela força do tema e pelo peso dos profissionais envolvidos, o longa já é um dos lançamentos mais aguardados do ano.
| Divulgação |
| Nelson Xavier (esquerda), como Chico Xavier |
O roteiro, de Marcos Bernstein, foi baseado no livro "As Vidas de Chico Xavier", do jornalista Marcel Souto Maior. Publicado em 1994, é a mais completa biografia do médium mineiro. "Fiquei muito feliz com o caminho escolhido por ele e Daniel Filho para reconstituir a trajetória do Chico. O filme - assim como o livro - não quer doutrinar ninguém. Quem espera uma ode a Chico Xavier vai se surpreender", diz o autor.
Mesmo oito anos após morrer (em 2002, no dia em que o Brasil conquistou sua quinta Copa do Mundo), o médium ainda é uma figura polêmica. "Para muitos brasileiros - a maioria, acho - é um santo. Para outros, uma fraude, ao atribuir a espíritos textos escritos por ele mesmo", avalia Souto Maior. O espiritismo, religião da qual foi o principal líder, é seguido por 1,3% da população brasileira, segundo o IBGE.
Chico tornou-se conhecido em 1932, com a publicação do livro "Parnaso de Além Túmulo", que trazia poemas que lhe teriam sido psicografados por poetas como Castro Alves e Olavo Bilac. Desde então, teve mais de 400 livros publicados. "Nosso Lar" é o mais importante: com mais de dois milhões de exemplares vendidos desde 1944, é referência na descrição do chamado "plano espiritual".
Souto Maior acompanhou as filmagens de "Chico Xavier" e estaca a caracterização de Nelson Xavier. "Eu o chamei de Chico várias vezes sem querer. Ele riu e me disse que não fui o único", lembra. Ele também ficou impressionado com Christiane Torloni. Ela interpreta uma mãe que perdeu o filho, situação que realmente viveu há 18 anos. "Ela teve a generosidade de mostrar sua própria dor no filme", conta.
Também não faltaram situações difíceis de explicar. "A equipe precisava de um cachorro para o filme e não conseguia encontrar um adequado. Mas havia um vira-lata que sempre seguia a equipe e, um dia, decidiram testá-lo e ele foi muito bem. Aí foram atrás do dono e adivinhe qual era o nome do cachorro? Chico", diz Souto Maior.
O diretor Daniel Filho tem outra história curiosa. Durante as filmagens numa fazenda em Paulínia, na região de Campinas, uma forte chuva caía sobre toda a região. Menos na área onde o filme era rodado. "Assim que disse ‘corta’ e nos arrumamos pra sair, começou a chover ali também. Muitos acham que isso foi de Chico", conta o cineasta.
Fonte: Jornal Online Último Segundo (
).
quinta-feira, 4 de março de 2010
Dica de filme com temática espírita
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Em 08 de fevereiro de 2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Carnaval x Espiritualidade

Plenamente cientes de que a encarnação na Terra não é uma colônia de férias mas um estágio de aprendizado e crescimento espiritual, os Espíritos Superiores, em diversas oportunidades, têm revelado a real face do carnaval.
Mostram eles que, apesar de ser uma festa popular, presente ainda na cultura brasileira, o carnaval é um poderoso gerador de energias deletérias, capazes de contaminar até mesmo os que nele tomam parte sem sentido outro que não o da simples diversão.
Os Espíritos amigos mostram também como os dias de Momo atraem, das regiões mais obscuras do mundo espiritual, entidades enfermas, vinculadas à sexolatria e a diversos outros tipos de desequilíbrio, as quais vêm à Terra na ânsia de vampirizar os que se deixam envolver por suas sugestões inferiores.
Entre algumas dessas mensagens amigas vale destacar aqui, como exemplo, uma de Emmanuel, psicografada por Chico Xavier em julho de 1939, publicada na revista “Reformador”, da Federação Espírita Brasileira, de fevereiro de 1987:
“Nenhum espírito equilibrado em face do bom-senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências nas festas carnavalescas. É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização.
Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos na assistência social aos necessitados de pão e de carinho.
Ao lado dos mascarados da pseudoalegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que
se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem?
Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.
É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloquente atestado de sua miséria moral.”
Fonte: Serviço Espírita de Informações, Rio de Janeiro - RJ, edição de fevereiro de 2010.

